Publicado por: katiasgarsoni em: 29/09/2009
PNASSeguem os arquivos com a Lei Orgânica da Assistência Social-LOAS, Norma Operacional Básica – NOB/SUAS e a Política Nacional de Assistência Social-PNAS.
loas
PNAS
NOB-SUAS
Publicado por: katiasgarsoni em: 28/01/2009
Bom, gente, seguem algumas informações para o semestre que começa. Lembrando que o calendário 2009 já está no site da UFES.
- A data da matrícula já está definida!! Será do dia 16 ao dia 20/02;
- O início das aulas será no dia 10/03;
- Os códigos das disciplinas do 5º período, conforme informado no e-mail por Kédma são:
Publicado por: katiasgarsoni em: 23/09/2008
Publicado por: katiasgarsoni em: 20/09/2008
Publicado por: katiasgarsoni em: 15/09/2008
Processo de trabalho. A mais valia em Marx e em Lacan
Arturo Blanco
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Publicado en Antroposmoderno el 11/08/03
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Este trabalho introdutório tem como objetivo esclarecer à partir do texto de Karl Marx O Capital, – em seu livro primeiro, “O processo de produção de capital” na sessão primeira “Mercadoria e dinheiro”, segunda sessão “Transformação do dinheiro em capital” e sessão terceira – “A produção da mais valia absoluta”, – o processo de produção da mais valia e suas características mais fundamentais. E como Lacan baseando-se nas idêias de Marx, elabora o conceito de objeto “a”. |
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Todo objeto, se já foi filtrado por um trabalho prévio, se denomina matéria prima. Toda matéria prima é objeto de trabalho, mas não todo objeto de trabalho é materia prima.
Meio de trabalho são os objetos que o obreiro interpõe entre ele e o objeto no que trabalha
O processo de trabalho se extingue no produto, sendo este um valor de uso. Os meios de trabalho e os objetos sobre o que recai, são os meios de produção e o trabalho, um trabalho produtivo. O produto não é só o resultado senão a condição do processo do trabalho, excessão feita da indústria extrativa.
O valor de uso pode representar três papéis:
1- matéria prima
2- meio de trabalho
3- produto
depende unicamente das funções que esse valor de uso desempenha no processo de trabalho, do lugar que ele ocupa, por isso ao entrar num novo processo de trabalho o produto perde seu caráter como tal transformando-se por esse processo num valor de uso.
O produto do consumo individual é o consumidor mesmo, o fruto do consumo produtivo é um produto distinto do consumidor.
O capitalista compra no mercado de mercadorias todos os elementos necessários para um processo de trabalho.
1- Elementos materiais ou meio de produção.
2- Elementos pessoais, ou seja, a força de trabalho.
O processo de trabalho considerado como consumo da força de trabalho pelo capitalista apresenta dois fenômenos característicos:
1- O obreiro trabalha sob o controle do capitalista, a quem seu trabalho pertence, para isso tem que proporcionar-lhe meios de produção.
2- O processo de trabalho é um processo entre objetos comprados pelo capitalista, entre objetos pertencentes a ele, por isso pertence a ele o produto.
Processo de valorização
O capitalista persegue dois objetivos:
1- Produzir um valor de uso que tenha um valor de troca, produzir um artigo para a venda e produzir uma mercadoria.
2- Produzir uma mercadoria cujo valor cubra e supere a soma dos valores das mercadorias investidas na sua produção, ou seja, os meios de produção e a força de trabalho. Aspira a uma mais valia a um valor maior.
O processo de produção da mercadoria envolve duas coisas, um processo de produção e um processo de valorização ou de criação de valor.
O valor de uma mercadoria está determinado pela quantidade de trabalho necessário para sua produção e além disso, o trabalho necessário para produzir os meios de produção.
Para o valor é indiferente em que valor de uso toma corpo, mas tem necessáriamente que tomar corpo num valor de uso. Ademais, se tem que investir o tempo de trabalho necessário, sob as condições sociais de produção reinantes, sendo, este tempo de trabalho necessário o único que interessa como fonte de valor. O valor da força de trabalho e sua valorização no processo de trabalho são dois fatores distintos, mas o fator decisivo é o valor de uso específico dessa mercadoria que lhe permite ser fonte de valor e de mais valor do que ela mesma tem. É aquí o “serviço (benefício) específico” que dela espera o capitalista, e ao fazê-lo, este não se desvia nenhum pouco das leis eternas da troca de mercadorias, com efeito, o vendedor da força de trabalho, igualmente como de qualquer outra mercadoria, realiza seu valor de troca e aliena seu valor de uso.
Não pode obter o primeiro sem se alienar do segundo. O valor de uso da força de trabalho ou seja o trabalho mesmo, deixa de pertencer a seu vendedor, nem mais nem menos que aquele que fabrica azeite deixa de pertencer-lhe o valor de uso do azeite que vende. O possuidor do dinheiro paga o valor de um dia desta força de trabalho, ou seja, o trabalho de uma jornada. O fato é que a força de trabalho não suponha mais custo que a de meia jornada de trabalho apesar de poder trabalhar durante um dia inteiro, ou seja, o valor criado por seu uso durante um dia vai ser o dobro do valor diário que encerra. Nosso capitalista tinha previsto o caso com um sorriso de satisfação. Assim, o obreiro se encontra na fábrica com os meios de produção para um processo de trabalho não de seis horas, e sim de doze. Por fim, surge assim a mais valia, a jogada mestre deu seus frutos, o dinheiro se converteu em capital. A mais valia se tem que conceber como uma simples materialização de tempo de trabalho excedente, como trabalho excedente materializado pura e simplesmente. O único que distingue outros tipos econômicos de sociedade, por exemplo, a sociedade da escravidão da sociedade do trabalho assalariado é a forma em que esse trabalho excedente é arrancado do produtor imediato, o obreiro. Zizek em seu livro “O mais sublime dos histéricos” no capítulo o Segredo da forma mercadoria acrescenta :…”A escamoteação consiste em que a “força de trabalho é uma mercadoria paradoxal cujo uso – o próprio trabalho- produz um excedente do valor em relação a seu próprio valor, e é essa mais valia que é apropriada pelo capitalista”.
O conceito de mais de gozar, homólogo ao de mais valía marxista, tem seu antecedente no conceito freudiano de ganho de prazer (Lustgewinn). Não só Marx fala de trabalho e da produção, senão que também Freud o faz em relação com o chiste.
Lacan traduz Lustgewin como gozo, fazendo a satisfação solidaria da pulsão, em tanto que o prazer-displazer satisfaz, e no Seminario “As formaciones do inconsciente” en relação ao chiste, menciona que para que este funcione é necessario uma estrutura na que se articulam tres termos: o sujeto o outro e o lugar do Outro. Sempre em relaçãon ao chiste menciona o valor da mercaduria na teoria marxista como ese mais de gozar . O gozo separandose do corpo marcado por o significante se transforma em lugar do Outro.
A produção da mais valia absoluta.
(fórmula para sua obtenção)
Sendo P a massa da mais valia, – p – a mais valia que rende por meio termo cada obreiro ao cabo de um dia, – y – ao capital variável desembolsado para comprar um dia de força de trabalho individual, – V – a soma global de capital variável, – f – ao valor médio de uma força de trabalho, e a seu grau de exploração, n – ao número de obreiros empregados.
a” trabalho excedente
____
a trabalho necessário
. Teremos então, a seguinte fórmula:
p
= __ X V
P v
a”
= f X ___ X n
a
Evidentemente, toda essa reflexão parte desde a perspectiva da economia política em que se esclarecem a circulação dos objetos. Esta visão da economia política daria conta desta circunstância geradora de violência a partir da mercadoria como objeto de gozo. Freud diz em seu texto O Mal-estar na Cultura “A verdade oculta atrás de tudo isso, que negaríamos de bom grado, é a de que o homem não é uma criatura terna e necessitada de amor, que só ousaria defender-se se atacada, senão, pelo contrário, um ser entre cujas disposicões instintivas também deve incluír-se uma boa porcão de agressividade. Por conseguinte o próximo não lhe representa unicamente um possível colaborador e objeto sexual, senão também um motivo de tentação para satisfazer nele sua agressividade para aproveitá-lo sexualmente sem seu consentimento, para apoderar-se de seus bens, para humilhá-lo, para ocasionar-lhe sofrimentos, martiriza-los e mata-los”.
A ciência em seu permanente e extraordinário avanço nos últimos tempos, assim como o fantástico avanço de sua tecnología, fazem o sujeito começar a destituir aqueles ideais que pertenciam a um sistema de produção onde ele não era alienado do produto de seu trabalho, sistema de produção feudal; Zizek na obra citada anteriormente coloca:” Quando na sociedade pré-capitalista, a produção das mercadorias ainda não tem caráter universal, quando nela predomina a produção natural, os proprietários dos meios de produção ainda são, em principio , os próprios produtores: é a produção artesanal, em que o próprio proprietário trabalha e vende seus produtos no mercado, nesse nível de desenvolvimento não há exploração”. É justamente nesta passagem na conceituação marxista, do feudalismo ao capitalismo que Lacan localiza a descoberta de Marx do sintoma.
Esse avanço da ciência nos coloca ante um objeto, o objeto “a” , o mais de gozar de que fala Lacan, no Sem.XVII “em Marx se reconhece que este “a” daquí funciona no nível que se articula – no discurso analítico, e não em outro – como mais de gozar”.
Isto é o que Marx descobre como o que é realmente a mais valia. Um objeto que mostra o impossível de gozar em nosso corpo buscando-o fora, a voz, o olhar, onde o computador, as gravadoras, a tv, jogam um papel fundamental, o que nos permite asceder a esse objeto imaginário e nos satisfazer pulsionalmente através da voz, do olhar, que são sem dúvida geradores atuais de violência. Onde a interdição do gozo via lei do pai cada vez é menos possível, agora a questão é a identificacão imaginária ao consumo de um objeto mais de gozar
A mais valia vai estimular, favorecer o mais de gozar assim como as leis sociais vão reforçar a lei do pai e vice-versa é aquí que podemos estabelecer o vínculo entre o sintoma social e o sintoma do sujeito.
Lacan afirma no Seminario XVI “De um outro ao outro” , que: “o modo em que cada sujeto sofre em sua relação com o gozar sendo que só se insere através do mais de gozar, é o sintoma”.
O mais de gozar como objeto da pulsão é definido por Freud como aquele que serve de meio para que a pulsão alcance sua meta, assim vemos em sua obra Metapsicologia “….o objeto da pulsao é aquele por meio do qual a pulsão pode alcançar sua satisfação, é o mais variável da pulsão, não se encontra enlaçado originalmente, senão subordinado a ela, a consequência de sua adequação ao logro da satisfacão. Não é necessariamente algo exterior ao sujeito, senão que pode ser uma parte qualquer do seu próprio corpo e é suscetível de ser substituído indefinidamente por outro durante a vida da pulsão”
O dono do capital goza do obreiro e dos produtos que este produz, incrementa seu capital, entanto que o obreiro sofre a alienação em relação a mercadoria que produz.
O salário que recebe tem a função de manter viva a força de trabalho.
Segundo Lacan escreve no Seminário XVII, sustentando-se em Marx, a mais valia seria a acumulação do mais de gozar por aquele que usa o corpo do outro, e diz : “O rico tem a propriedade, compra, compra tudo, em suma, enfim, compra muito, mais gostaria que meditassem o seguinte, eis que não paga. Se imagina que paga, por razões contáveis que se referem à transformação do mais de gozar em mais valia. Não há circulação do mais de gozar. E há uma coisa que não paga, é o saber. ”E mais adiante continua: O que Marx denuncía na mais valia é a expoliação do gozo. Porém, esta mais valia é a memória do mais de gozar, seu equivalente do mais de gozar.
Publicado por: katiasgarsoni em: 15/09/2008
Para sociólogo, a elite do oriente, apoiada pela embaixada dos EUA e contando com grupos armados contratados por latifundiários bolivianos, brasileiros e estadunidenses, está agindo para promover a divisão do país
13/09/2008
Igor Ojeda
Correspondente do Brasil de Fato em La Paz (Bolívia)
“Os setores das oligarquias do oriente boliviano não estão somente reagindo contra o processo de transformações que o governo Evo Morales está implementando e que afeta diretamente seus interesses – sobretudo no manejo da terra e dos excedentes procedentes do gás –, como agora estão em uma clara ofensiva destinada a promover a divisão da Bolívia, com o argumento das autonomias”, analisa o sociólogo Eduardo Paz Rada, da Universidad Mayor de San Andrés (UMSA).
Segundo ele, tais ações estão vinculadas à estratégia do imperialismo estadunidense de provocar uma crise regional e tentar frear os processos revolucionários e reformistas nos países da região. Há cerca de três semanas, os governadores opositores de Santa Cruz, Tarija, Beni e Pando vem promovendo, ao lado de comitês cívicos regionais, formados principalmente por empresários, a tomada de controle de instituições estatais nos departamentos (estados). A justificativa deles é a pressão pela devolução do montante do imposto sobre o gás destinado às regiões que foi cortado em parte pela gestão Evo para financiar uma bolsa aos idosos.
Para Rada, o governo do presidente Evo Morales, ao não haver adotado medidas há vários meses contra tal arremetida, se encontra agora em grandes dificuldades. “O país corre um risco grave de iugoslavização e fragmentação devido ao fato de que as oligarquias do oriente, apoiadas pela embaixada dos Estados Unidos, possui grupos armados, contratados especialmente por proprietários de terras bolivianos, brasileiros e estadunidenses”, diz. O termo “iugoslavização” é uma referência à desintegração da então Iugoslávia em vários países a partir da década de 90.
Ainda segundo o sociólogo, o Executivo deve tomar medidas urgentes com ação direta das Forças Armadas, a Polícia Nacional e os movimentos sociais. “Seja através do estado de sítio, ou de ações fundadas na lei e na Constituição, o governo deve atuar rapidamente e com energia, sobretudo para frear desde agora mesmo o controle territorial dos setores das oligarquias regionais”.
Estado de sítio
Desde que as mobilizações da oposição tiveram início, as Forças Armadas e a polícia vêm evitando atuar com mais energia. Em muitos dos casos, os militares e policiais que resguardavam as entidades foram obrigados a se retirar, diante do forte assédio dos manifestantes. No entanto, nesta sexta-feira (12), a entidade militar confirmou o deslocamento de soldados às regiões em conflito e afirmou que aguarda uma ordem escrita por Evo Morales para recuperar as instituições públicas e reprimir os grupos de “vândalos ou radicais”. Já o presidente disse sentir-se culpado pelas humilhações sofridas pelo exército e pela polícia, já que foi ele quem pediu para que não fossem usadas armas de fogo.
No mesmo dia, o governo decretou estado de sítio no departamento de Pando, devido à morte, oficialmente, de oito pessoas (sete delas camponeses apoiadores de Evo) em enfrentamento com funcionários do governo departamental em El Porvenir.
O Executivo, defensores de direitos humanos e camponeses chamam o ocorrido de “massacre” e acusam o governador Leopoldo Fernández de ter armado os funcionários e ter contratado mercenários peruanos e brasileiros para impedir que os apoiadores de Evo chegassem à capital Cobija, a 30 km do local das mortes, que podem aumentar, já que 35 camponeses ainda estão desaparecidos.
Já Fernández nega as acusações, afirma que não acatará o estado de sítio e desautorizou o governador de Tarija, Mario Cossío, a representá-lo no diálogo com o Executivo, iniciado na sexta-feira.
Em Cobija, um soldado morreu, vítima de um disparo por arma de fogo, e seis civis ficaram feridos à bala na retomada pelo exército do aeroporto Capitán Anibal Arab, que estava em controle dos opositores desde o dia 5. Segundo alguns relatos, os militares ingressaram no local atirando para o ar, e foram recebidos com disparos de metralhadoras.
Movimentos reagem
Enquanto isso, teve início, na noite de sexta-feira, um diálogo entre governo e oposição, representada por Mario Cossío. Depois de mais de oito horas de reunião, foram acordadas as bases das negociações, que serão retomadas no domingo (14). Mesmo assim, os movimentos sociais do país acentuaram suas ações em retaliação às medidas de pressão dos opositores.
No dia 10, cultivadores de folha de coca do Chapare, no centro da Bolívia, iniciaram um cerco à Santa Cruz de la Sierra, com fechamento de estradas. Desde então, os pontos de bloqueio vêm aumentando. No dia 11, Eugenio Rojas, prefeito da cidade de Achacachi, no ocidente do país, e líder do movimento indígena “poncho rojos”, declarou estado de emergência nas filas camponesas e ameaçou a tomada de terras e fábricas no oriente.
Outros dirigentes sociais, separadamente, afirmaram que retomarão as instituições públicas controladas pela oposição e defenderão o governo Evo, se necessário, com suas vidas.
Na quinta-feira à noite, a Federação Nacional de Cooperativas Mineradoras (Fencomin) havia dado um prazo de 72 horas aos governadores da oposição para que estes retomassem o diálogo com o Executivo. “Caso contrário, as cooperativas mineradoras se mobilizarão a nível nacional em defesa da democracia em liberdade, da igualdade social e da unidade do país. Se eles exigem nosso sangue, nós vamos oferecê-lo mais uma vez para o benefício de todo o povo boliviano”, diz o comunicado da entidade.
“Considero necessário que se combinem a ação das instituições militares com a mobilização popular, especialmente para respaldar os setores afins ao governo que se encontram combatendo no seio mesmo do conflito em Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija. Parece, a esta altura da situação, que não se poderá evitar o enfrentamento direto e de grande dimensão, e que já prevíamos que se desataria pela decisão das classes dominantes de não perder seus privilégios e o poder econômico e político”, opina o sociólogo Eduardo Paz Rada.
Em Santa Cruz de la Sierra, os dirigentes da Confederação de Povos Indígenas do Oriente (Cidob) se declararam na clandestinidade, em virtude da perseguição que estão sofrendo por grupos opositores a Evo Morales.
Na tarde de quinta-feira, integrantes da União Juvenil Crucenhista (UJC) invadiram e saquearam a sede da Cidob, e atacaram as casas de seus líderes. “Queremos denunciar ao mundo que o governador Rubén Costas quer massacrar os indígenas que, até o momento, não responderam a nenhuma de suas provocações”, disse Adolfo Chávez, presidente da organização.
“Conspiração”
E, em meio à polêmica da expulsão do embaixador dos EUA em La Paz, Philip Goldberg, o ministro da Presidência boliviano, Juan Ramón Quintana, acusou a USAID (agência estadunidense de apoio ao desenvolvimento) de contratar políticos neoliberais dos governos anteriores para desestabilizarem a gestão do presidente Evo Morales, principalmente com o apoio à oposição regional.
“A USAID se converteu em refúgio político e econômico de todos aqueles funcionários do mais alto nível de Goni [Gonzalo Sánchez de Lozada] e Carlos Mesa. Portanto, estes funcionários, com a informação do Estado, fizeram um complô, durante todo esse tempo, contra o governo nacional”, disse.
Quintana detalhou a denúncia: de acordo com ele, Carlos Campero, ex-funcionário de Lozada, passou a trabalhar no escritório encarregado em temas de descentralização da entidade estadunidense. “Setor que trabalhou em projetos de apoio nos governos departamentais da oposição”.
Além de Campero, teriam sido contratados pela USAID Javier Cuevas, ex-ministro da Fazenda de Lozada e Mesa; Javier Rebollo, ex-diretor geral do Tesouro Nacional; José Nogales, ex-viceministro de Política Tributária de Lozada e Mesa; e Juan Brun, ex-diretor do Instituto Nacional de Reforma Agrária no governo Lozada.
O ministro da Presidência fez a denúncia ao justificar a expulsão do país do embaixador estadunidense, por conspiração contra o governo e a unidade boliviana. Segundo Quintana, um dos resultados da atuação do diplomata “estamos experimentando agora, com a violência e o enfrentamento nos departamentos de Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija, parte da estrutura conspirativa montada com os recursos da USAID na Bolívia, sobre a qual nem o embaixador soube explicar”.
Publicado por: katiasgarsoni em: 15/09/2008
Gente, hoje a Prof de FTMIII passou uns pontos principais que devemos estudar e saber na prova desta quarta-feira:
Bons estudos
Publicado por: katiasgarsoni em: 06/09/2008
Bom, seguem os audios de aulas das disciplinas que já têm prova marcada. Lamento informar mas, como muitos sabem, estou sem meu mp4, portanto, vai ficar difícil a postagem de futuras aulas e, além disso, perdi as que estavam gravadas no aparelho mas ainda não tinha passado para o pc.
Seguridade I (continuação):
Processo de Trabalho:
FTMIII:
Valeu e até terça.
K
Publicado por: katiasgarsoni em: 03/09/2008
Pessoas, como a prova já está marcada para o dia 16/09, segue lik para audio da aula do dia 19/08.
Bjos da K
Publicado por: katiasgarsoni em: 12/08/2008
Pra quem perdeu aula, dormiu ou qualquer coisa parecida, informo que já temos textos pra ler… e vamos ler, heim!!! Segue abaixo a lista dos textos e uns sites que encontrei pra nos dar um help.
Seguridade I - A professora pediu a leitura do texto “Impricações da Reforma da Previdência na Seguridade Social Brasileira”, que pode ser encontrado no site da Scielo – livraria eletronica. Pra imprimir, é só colocar em formato PDF (opção na tela) e imprimir normal.
Seguridade II – Foi pedida a leitura do texto “O Nascimento da Medicina Social”, de Foucault (bom texto). Bom, encontrei um resumo no blog “Entre Nós” e o texto para download no blog “Som do Roque” (não testei o download).
Processos de Trabalho - A professora pediu que pesquisássemos sobre “trabalho”, para sexta-feira.
Vale lembrar que não tenho nada a ver com os blogs citados acima. Os links são para as páginas dos blogs e lá você pode encontrar os textos.
Beijocas e bons estudos